Flalls
Colorful arcade game with new enthralling gameplay and excellent graphics in which you help the two teams of Flalls get to the purposed game field. While going through the event you will meet up with lots of kinds of amusing "Fans" which will make the game more interesting, 90 fascinating levels, awards system.
To pass the level you need to let yellow balls get through the hole in the bar to yellow field and blue balls to blue field agreeably. When clicking on a Flall it changes its movement direction.
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Comments

 
960 days ago
Rating: 10
 
 
1312 days ago
mia
Rating: 10
 
 
1359 days ago
Rating: 10
 
 
1578 days ago
Rating: 10
 
 
1637 days ago
Rating: 10
 
 
1698 days ago
nice game
 
 
1698 days ago
Rating: 10
 
 
1723 days ago
hi9ihihihihi
 
 
1726 days ago
Rating: 10
 
 
1726 days ago
eu sou o primeiro kkkkkkk
ramon
 
 
1735 days ago
hai
 
 
1735 days ago
Rating: 1
 
 
1736 days ago
Rating: 1
 
 
1737 days ago
Rating: 3
 
 
1738 days ago
Rating: 5
 
 
1741 days ago
excelente
 
 
1741 days ago
Rating: 10
 
 
1745 days ago
interesante
 
 
1745 days ago
Rating: 5
 
 
1745 days ago
La verdad es que deberian tener la explicación de estos juegos en español, ustedes deben tener en cuenta que a estos juegos entramos personas de todo el mundo, gracias por tener encuenta nuestra inquietud.
 
 
1745 days ago
Rating: 4
 
 
1746 days ago
Rating: 6
 
 
1746 days ago
Nas grandes horas em que a insónia avulta
Fernando Pessoa
Nas grandes horas em que a insónia avulta
Como um novo universo doloroso,
E a mente é clara com um ser que insulta
O uso confuso com que o dia é ocioso,

Cismo, embebido em sombras de repouso
Onde habitam fantasmas e a alma é oculta,
Em quanto errei e quanto ou dor ou gozo
Me farão nada, como frase estulta.

Cismo, cheio de nada, e a noite é tudo.
Meu coração, que fala estando mudo,
Repete seu monótono torpor

Na sombra, no delírio da clareza,
E não há Deus, nem ser, nem Natureza
E a própria mágoa melhor fora dor.

Fernando Pessoa
 
 
1746 days ago
Olhando o mar, sonho sem ter de quê
Fernando Pessoa
Olhando o mar, sonho sem ter de quê.
Nada no mar, salvo o ser mar, se vê.
Mas de se nada ver quanto a alma sonha!
De que me servem a verdade e a fé?

Ver claro! Quantos, que fatais erramos,
Em ruas ou em estradas ou sob ramos,
Temos esta certeza e sempre e em tudo
Sonhamos e sonhamos e sonhamos.

As árvores longínquas da floresta
Parecem, por longínquas, 'star em festa.
Quanto acontece porque se não vê!
Mas do que há pouco ou não há o mesmo resta.

Se tive amores? Já não sei se os tive.
Quem ontem fui já hoje em mim não vive.
Bebe, que tudo é líquido e embriaga,
E a vida morre enquanto o ser revive.

Colhes rosas? Que colhes, se hão-de ser
Motivos coloridos de morrer?
Mas colhe rosas. Porque não colhê-las
Se te agrada e tudo é deixar de o haver?

Fernando Pessoa
 
 
1746 days ago
Não sei quantas almas tenho
Fernando Pessoa
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,

Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.

Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: Fui eu?
Deus sabe, porque o escreveu.

Fernando Pessoa